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ALAOR CARLOS DE OLIVEIRA NETO

PANORAMA DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS COM IDH-M MUITO BAIXO E DISCUSSÃO DA ERRADICAÇÃO DESTE CENÁRIO POR MEIO DE POLÍTICAS PÚBLICAS FOCADAS EM TRANSFERÊNCIA DE RENDA, SAÚDE E EDUCAÇÃO

O presente trabalho tem como objetivo apresentar um breve resumo sobre como é formulado o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) e propor a otimização de políticas públicas já existentes nos municípios brasileiros considerados de desenvolvimento muito baixo para promover avanços significativos no cenário sócio-econômico local no médio prazo. A otimização de políticas públicas vigentes nestes municípios de maior fragilidade por meio da ampliação de benefícios sociais condicionantes aprimora a capacidade de focalização dos programas sociais já vigentes, atuando simultaneamente nos três pilares do Índice de Desenvolvimento Humano - Renda, Educação e Saúde. O intuito é demonstrar a viabilidade de tal medida do ponto de vista de custo, no potencial transformador local e características que sugiram sua eficácia, efetividade e eficiência na melhoria social dos municípios brasileiros com IDH-M menor que 0,5. Levanta-se a discussão sobre o tema de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da população brasileira mais marginalizada e apontam-se caminhos para a construção de uma sociedade mais simples, justa e que respeite o potencial de cada indivíduo.


Feliciano Lhanos Azuaga

Impacto do Risco Regulatório sobre o Setor Elétrico Brasileiro

Este artigo analisa os efeitos de uma mudança regulatória populista sobre o setor elétrico brasileiro. O artigo apresenta uma breve revisão da literatura sobre a importância da estabilidade institucional para a criação de um ambiente propenso ao desenvolvimento econômico. Também é apresentada uma breve descrição do setor elétrico brasileiro. Utiliza-se como evidência para apresentar indícios dessa relação o anúncio da Medida Provisória 579, que alterou as regras nos contratos concessão no setor elétrico brasileiro e que gerou impactos negativos de médio e longo prazo nos investimentos do setor


Cauê Barros Guimarães

PANORAMA DA ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL: OS DESAFIOS DO PRESENTE E A SOLUÇÃO PARA O FUTURO.

Resumo O artigo tem como objetivo apresentar um panorama atual e futuro da produção de energia elétrica no Brasil. Para isso, são apresentadas as principais fontes utilizadas para geração de energia, bem como suas vantagens e desvantagens para a composição da matriz energética brasileira. Ao final do trabalho sugere-se a adoção de uma fonte de energia não convencional, pelo menos, não no Brasil. A matriz energética brasileira instalada é composta por 86% proveniente de fontes de energia renovável, com destaque para geração através de hidrelétricas que representa 66% do total produzido no Brasil. Um dos grandes problemas do uso baseado em fontes renováveis de energia é de que dependem diretamente da fatores climáticos, o que aumenta consideravelmente o risco de falta de energia. Pensando em futuro, nos próximos 10 anos, o Brasil pretende diminuir a concentração em hidrelétricas e em contrapartida aumentar o uso das energias eólica, solar e a gás, o que minimizará o risco de falta de energia em decorrência de intempéries, principalmente causadas por falta de chuvas prolongadas. Uma sugestão é o aumento da relevância das usinas nucleares na matriz energética. Atualmente, representa apenas 1% de toda energia gerada (sem perspectivas de aumento), mas é uma energia relativamente limpa, barata e pequenas plantas conseguem gerar uma alta produção de energia


João Trindade Cavalcante Filho

Compliance e Partidos Políticos

A adoção de programas de integridade (compliance) é obrigatória, à luz da legislação em vigor, para os partidos políticos? Quais as vantagens e desvantagens que tal exigência em relação às agremiações partidárias pode trazer? Como andam os projetos de lei que tratam do tema no Congresso Nacional? Essas são algumas das perguntas que pretendemos responder, ou pelo menos discutir.


Otto Nogami

Intervir nas relações de mercado é solução?

A razão de ser de uma empresa é, e sempre será, procurar auferir o maior lucro possível. Quanto maior o lucro, maior é a predisposição dos acionistas em realizar aportes de capital quando necessário. Este é um detalhe importante, principalmente quando falamos de mercado de capitais, onde, empresas de boa performance e boas geradoras de dividendos conseguem captar recursos a um custo baixo (via aumento de capital ou com a emissão de debêntures) comparativamente aos juros pagos quando se recorre às instituições financeiras.